Vazio espelhado
Digo-te que não te quero
E é por ti que desespero
Digo-te que não te amo
Mas em sonhos, é o teu nome que chamo
E de ti apenas ficou a côr branca, qual vazio espelhado numa folha de papel, como o infinito abismo que me escorre de uma lágrima que ainda não chorei, nem tão pouco sei quando o vou fazer, ou sequer se o irei fazer. Receio que nunca sairás de mim. Deixarás o buraco da ausência de uma presença que nunca tive. Serás como os segundos que por mim já passaram sem oportunidade de os recordar ou recuperar a sua força.
No entanto o relógio não pára. E eu apenas tenho uma mão cheia de nada para dar à eternidade.
E é por ti que desespero
Digo-te que não te amo
Mas em sonhos, é o teu nome que chamo
E de ti apenas ficou a côr branca, qual vazio espelhado numa folha de papel, como o infinito abismo que me escorre de uma lágrima que ainda não chorei, nem tão pouco sei quando o vou fazer, ou sequer se o irei fazer. Receio que nunca sairás de mim. Deixarás o buraco da ausência de uma presença que nunca tive. Serás como os segundos que por mim já passaram sem oportunidade de os recordar ou recuperar a sua força.
No entanto o relógio não pára. E eu apenas tenho uma mão cheia de nada para dar à eternidade.


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