Esquecer
Já o tempo não se lembra, do tempo que por ti passou numa efémera e boémia viagem sem sentido quando sem a importância que tomas como tua de cada vez que o teu olhar se abre para o mundo como um despoletar de qualquer flor rara, que ninguém vê, mas que se comenta numa qualquer noite gélida de um Inverno teima em aparecer em frente a uma lareira, da qual apenas existe as ruínas e a memória do seu calor.
Já o vento não te traz nos seus braços, suspensa por uma força superior para que possas sonhar em chegar às estrelas. Anseias por um tempo em que o vento te leve para os braços de quem amas, mas não te lembras que ninguém ocupa esse lugar.
Também já te esqueceste de algo. Esqueceste-te de sentir. E agora sobrevives. Existes como uma rocha que apenas é modificada, nunca muda. E assum pousaste num areal, numa noite de luar tímido que te prendeu o olhar numa estrela e quem sabe, talvez estejas à espera que ela te caia nos braços para voltares a sentir.
Por enquanto, em ti apenas as memórias permanecem, dos amores que acontecem e de como os apaixonados enlouquecem.
Já o vento não te traz nos seus braços, suspensa por uma força superior para que possas sonhar em chegar às estrelas. Anseias por um tempo em que o vento te leve para os braços de quem amas, mas não te lembras que ninguém ocupa esse lugar.
Também já te esqueceste de algo. Esqueceste-te de sentir. E agora sobrevives. Existes como uma rocha que apenas é modificada, nunca muda. E assum pousaste num areal, numa noite de luar tímido que te prendeu o olhar numa estrela e quem sabe, talvez estejas à espera que ela te caia nos braços para voltares a sentir.
Por enquanto, em ti apenas as memórias permanecem, dos amores que acontecem e de como os apaixonados enlouquecem.


<< Home